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Soluções · Linha tributária

Planejamento Tributário em Goiânia

Reduzir imposto sem revisar risco pode transformar economia em autuação.

  • Empresas que pagam imposto elevado
  • Empresas em dúvida sobre regime
  • Profissionais liberais PF/PJ
  • Produtores rurais
  • Construtoras
  • Empresários com alta renda
  • Grupos familiares e holdings
  • Empresas abordadas por consultorias agressivas
● DCON CRC-GO 1202/O-5/Resp. técnico CRC-GO 16.395/O-9/Atendimento nacional/Triagem de oportunidades sem custo · retorno inicial em até 7 dias úteis após o recebimento dos documentos
Visão geral

O que você precisa considerar.

Planejamento tributário não é manobra fiscal. É organizar a empresa, os contratos, a folha, o regime, o patrimônio, a operação e os documentos para pagar o tributo correto, reduzir risco e melhorar resultado. A DCON avalia se a economia tem sustentação antes de executar qualquer tese.

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Oportunidades conforme a operação da empresa

O estudo parte da receita real, do regime e dos documentos. As hipóteses abaixo têm requisitos diferentes e não são benefícios cumuláveis por escolha livre.

A entrega identifica as hipóteses aplicáveis, as exclusões, os custos e a memória de cálculo; a existência de um CNAE ou de uma notícia não comprova o direito.

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Escopo do estudo

O que entra na análise — operação real, estrutura societária e cenários comparados sob fundamento legal.

  • Diagnóstico tributário

    Mapeamento de faturamento, margem, custos, regime atual e exposição fiscal corrente.
  • Comparativo de regimes

    Simples, Lucro Presumido e Lucro Real modelados em cenários conservadores e realistas.
  • Análise societária

    Estrutura de sócios, múltiplos CNPJs, holdings e segregação de atividades como ferramenta legal.
  • Operações interestaduais

    ICMS-ST, DIFAL e impacto de operações multiestaduais na escolha do regime.
  • Folha e pró-labore

    Fator R, encargos, pró-labore e distribuição de lucros revisados sob ótica tributária.
  • Reforma tributária 2026–2033

    Modelagem do impacto CBS/IBS sobre o regime escolhido durante a transição.
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Quando faz sentido contratar

Sinalizadores claros de que o regime atual pode estar custando caro.

  • Mudança de faturamento

    Empresa cresceu, encolheu ou está perto do limite do regime atual.
  • Nova operação

    Expansão geográfica, abertura de filial ou entrada em novo mercado.
  • Carga tributária alta

    Sensação de pagar imposto demais sem entender qual é a origem técnica.
  • Reestruturação societária

    Entrada ou saída de sócio, M&A, captação ou separação de atividades.
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Pessoa física ou CNPJ

Profissionais liberais podem estar pagando IRPF de até 27,5% quando uma estrutura PJ bem planejada poderia reduzir a carga.

  • Comparativo PF x PJ

    Atividade, Fator R, ISS, pró-labore, clientes PF/PJ e risco de pejotização modelados antes de qualquer migração.
  • Lucro Presumido com base correta

    Serviços e construção civil precisam revisar percentual de presunção — empreitada total com fornecimento de materiais tem tratamento diferente de mão de obra.
  • Lucro Real e margem efetiva

    Margem baixa, estoque relevante, insumos, perdas produtivas e créditos de PIS/Cofins podem justificar Lucro Real.
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IRPFM e altas rendas

Empresários, sócios, investidores e PF acima de R$ 600 mil/ano devem revisar distribuição de lucros, holding, aluguéis e estrutura patrimonial diante do IRPFM.

  • Distribuição de lucros

    Coerência entre escrituração, balanço, regime tributário e estrutura familiar.
  • Holding patrimonial

    Avaliada como instrumento — não como blindagem automática nem promessa de economia.
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Manobras fiscais a evitar

Planejamento legítimo exige propósito negocial, documentação, operação real, memória de cálculo e coerência entre contrato, nota, contabilidade e obrigações acessórias.

  • Estruturas artificiais

    Empresa criada só para vender na PJ, parentes em estruturas sem operação real, grupo econômico simulado.
  • Créditos sem base

    Compensações agressivas e consultorias de crédito sem memória de cálculo viram autuação retroativa.
  • Folha cruzada

    Folha em empresa do Simples para outra empresa — risco de desconsideração e cobrança previdenciária.
●Método DCON→
Método DCON

Como conduzimos cada cliente.

Quatro etapas auditáveis que transformam contabilidade em decisão.

  1. Etapa 01

    Diagnóstico técnico

    Cruzamento de documentos fiscais, contábeis, societários e trabalhistas para identificar riscos, créditos e exposições. A triagem inicial de oportunidades é sem custo, quando houver oportunidade real; a revisão tributária completa é feita sob proposta.

  2. Etapa 02

    Planejamento fundamentado

    Plano de ação tributário, patrimonial e operacional com simulações, tese auditável, base legal e cronograma de implantação.

  3. Etapa 03

    Execução documentada

    Implantação com parecer técnico, retificações, parametrização de sistemas, protocolos administrativos e treinamento da equipe.

  4. Etapa 04

    Governança contínua

    Acompanhamento mensal com indicadores, revisão de teses, auditoria interna e responsabilidade técnica permanente sob CRC ativo.

Entregáveis

O que você recebe ao final.

Material técnico, auditável e arquivado. Tudo o que é recomendado fica documentado e justificado.

  • 01

    Parecer técnico fundamentado

    Documento com base legal, comparativo numérico, recomendação e justificativa de cada decisão.

  • 02

    Comparativo financeiro

    Planilha auditável com projeção mensal e anual em cada regime e estrutura simulada.

  • 03

    Mapa de exposição fiscal

    Identificação dos pontos de risco do cenário atual e do cenário recomendado.

  • 04

    Plano de implantação

    Cronograma com etapas, responsáveis e janelas legais de transição de regime.

  • 05

    Reunião de devolutiva

    Apresentação consultiva da recomendação ao sócio, com perguntas e cenários alternativos.

  • 06

    Acompanhamento legislativo

    Notas técnicas durante a transição da reforma tributária e mudanças legais relevantes.

Riscos sob exposição

O que pode estar fora de controle agora.

  • !

    Permanecer no regime errado

    Empresas crescem e ultrapassam o ponto ótimo do Simples sem perceber, pagando muito mais imposto do que seria devido no Presumido ou Real.

  • !

    Tese sem fundamento legal

    Planejamento agressivo vendido por escritórios sem responsabilidade técnica vira autuação retroativa com multa que pode chegar a 75%, 100% ou 150% do tributo conforme a gravidade da conduta apurada (art. 113-A do CTN), além de juros Selic.

  • !

    Pró-labore subdimensionado

    Distribuição desproporcional sem fundamento contábil expõe o sócio à desconsideração e cobrança de INSS retroativo.

  • !

    Segregação sem substância

    Múltiplos CNPJs sem operação real são desconsiderados pela Receita e geram autuação por simulação.

  • !

    Falta de adaptação à reforma

    Empresas que não modelarem o impacto CBS/IBS podem entrar 2027 com margem corroída em segmentos sensíveis.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre este assunto.

Planejamento tributário garante economia?+

Não prometemos número antes do estudo. Modelamos cenários conservadores e realistas com fundamento legal. Quando há margem segura para reduzir carga, mostramos quanto, como e em qual prazo.

Quanto tempo leva um estudo completo?+

Entre duas e seis semanas, dependendo do volume de notas, complexidade societária e número de operações interestaduais a analisar.

Preciso trocar de contador para fazer o estudo?+

Não. O planejamento pode ser conduzido como projeto pontual em paralelo à contabilidade atual, ou integrado à rotina mensal da DCON.

Vocês trabalham com tese tributária agressiva?+

Não. Trabalhamos apenas com fundamento legal consolidado. Manobras sem base jurídica viram autuação retroativa com multa que pode chegar a 75%, 100% ou 150% do tributo conforme a gravidade da conduta (art. 113-A do CTN), além de juros Selic.

O estudo serve para Simples Nacional?+

Sim. Empresas no Simples frequentemente estão no anexo errado, perdem fator R ou se aproximam de sublimite sem perceber. O estudo identifica e propõe ajustes.

Quem assina tecnicamente o parecer?+

Responsável técnico com CRC ativo. Toda recomendação relevante passa por revisão cruzada antes da entrega.

Leitura

Aprofunde: regimes e planejamento.

Guias e análises que aprofundam este assunto.

Capturar oportunidade

Compare os cenários tributários da sua empresa.

Receita, margem, folha, operações e créditos entram na análise do regime. Eventuais oportunidades de revisão de pagamentos anteriores são tratadas conforme o fundamento e o período aplicável.