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Contabilidade para holdings familiares e patrimoniais

Contabilidade técnica desenhada para a realidade tributária e operacional de holdings.

● DCON CRC-GO 1202/O-5/Resp. técnico CRC-GO 16.395/O-9/Atendimento nacional/Triagem de oportunidades sem custo · retorno inicial em até 7 dias úteis após o recebimento dos documentos
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Quando faz sentido constituir

Holding não é blindagem automática nem redução garantida de imposto — é instrumento quando há propósito, documentação e contabilidade adequada.

  • Patrimônio relevante

    Imóveis, participações societárias e ativos que justifiquem o custo de constituição e manutenção.
  • Sucessão em vista

    Famílias que querem antecipar a transição em vida e reduzir litígio futuro.
  • Múltiplas operações

    Sócio com várias empresas que precisa organizar participações e governança.
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Quando NÃO faz sentido

  • Patrimônio pequeno

    Custo de manutenção, contabilidade e governança maior do que o benefício esperado.
  • Ganho de capital latente alto

    Imóveis muito valorizados podem disparar tributação relevante na integralização ou venda futura.
  • Ausência de finalidade real

    Tentativa de blindagem artificial, sem operação ou propósito documentado, é desconsiderada.
  • Conflito familiar não resolvido

    Sem acordo prévio entre sócios, a holding amplifica disputas em vez de organizá-las.
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Aluguéis, IBS/CBS e CIB

A holding que aluga imóvel próprio não é, em regra, optante elegível ao Simples Nacional — a locação é tratada conforme o calendário da pessoa jurídica.

  • Holding x PF

    Comparativo entre tributação na PF (IRPF + IBS/CBS) e na holding (IRPJ/CSLL + IBS/CBS) com cálculo dos redutores e do CIB.
  • Calendário da NFS-e de locação

    PJ locadora sujeita à obrigação e não optante pelo Simples segue o marco de 1º/12/2026; a PF enquadrada segue 1º/01/2027, ressalvadas hipóteses específicas. Entenda os prazos por tipo de locador.
  • Contratos e cadastro

    Contratos antigos revisados para se adequar ao Cadastro Imobiliário Brasileiro e à emissão de documento fiscal de locação.
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IRPFM, ITBI, ITCMD e custos

  • IRPFM

    Sócios com renda anual acima de R$ 600 mil revisam distribuição de lucros, holding e estrutura familiar diante do IRPFM.
  • ITBI e ganho de capital

    Integralização avaliada por município e atividade — em parte dos casos o ITBI torna o custo proibitivo.
  • ITCMD

    Doação em vida com reserva de usufruto e cláusulas restritivas calculadas antes da transferência.
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Operação contínua

  • Escrituração e ECD/ECF

    Holding com escrituração descuidada perde o benefício tributário e vira passivo silencioso em fiscalização.
  • Governança familiar

    Acordo de sócios, regras de entrada e saída de herdeiros e reunião familiar estruturada para sustentar decisões patrimoniais.
●Método DCON→
Método DCON

Como conduzimos cada cliente.

Quatro etapas auditáveis que transformam contabilidade em decisão.

  1. Etapa 01

    Diagnóstico técnico

    Cruzamento de documentos fiscais, contábeis, societários e trabalhistas para identificar riscos, créditos e exposições. A triagem inicial de oportunidades é sem custo, quando houver oportunidade real; a revisão tributária completa é feita sob proposta.

  2. Etapa 02

    Planejamento fundamentado

    Plano de ação tributário, patrimonial e operacional com simulações, tese auditável, base legal e cronograma de implantação.

  3. Etapa 03

    Execução documentada

    Implantação com parecer técnico, retificações, parametrização de sistemas, protocolos administrativos e treinamento da equipe.

  4. Etapa 04

    Governança contínua

    Acompanhamento mensal com indicadores, revisão de teses, auditoria interna e responsabilidade técnica permanente sob CRC ativo.

Capturar oportunidade

Avalie a estrutura e a contabilidade da sua holding.

Patrimônio, renda, objetivos sucessórios e custos precisam ser analisados em conjunto, tanto na constituição quanto na manutenção da sociedade.