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Planejamento tributário para profissionais e empresas da saúde.

A DCON atua como análise técnica da tributação na saúde: PF x PJ, Fator R, Simples, Lucro Presumido, Receita Saúde e equiparação hospitalar.

Na saúde, a oportunidade tributária existe, mas depende de atividade, documentação e estrutura real.

  • Médicos
  • Dentistas
  • Psicólogos
  • Clínicas
  • Laboratórios
  • Empresas de saúde no Lucro Presumido
  • Profissionais PF com Receita Saúde
DCON CRC-GO 1202/O-5/Resp. técnico CRC-GO 16.395/O-9/Atendimento nacional/Diagnóstico em 7 dias úteis
Resposta validada DCON

O que dizemos sobre este tema.

Saúde pode ser página setorial, combinando empresas da saúde e profissionais de saúde PF.

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Particularidades do segmento médico

  • PJ médica

    Quando vale, quando não vale e como estruturar com segurança tributária e trabalhista.

  • Equiparação hospitalar

    Análise de Lucro Presumido, receitas qualificadas, licença, estrutura, documentação e segregação. Não é promessa automática.

  • Receita Saúde e PF

    Livro Caixa, Carnê-Leão, recibos eletrônicos e malha fiscal para profissionais que ainda atuam como pessoa física.

  • Sociedade médica

    Distribuição entre sócios, pró-labore, contratos de cooperação, repasses de convênios e responsabilidade técnica.

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Fator R e Simples Nacional

  • Anexo III x Anexo V

    Empresas médicas devem revisar se a folha permite enquadramento no Anexo III ou se caem no Anexo V — decisão envolve pró-labore, folha, receita bruta, ISS, margem e distribuição de lucros.

  • Cálculo mensal

    Fator R apurado mês a mês para evitar mudança automática de anexo sem que a empresa perceba.

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PF x PJ na saúde

  • Comparativo técnico

    Médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas e terapeutas comparam tributação como PF e PJ, considerando Fator R, Simples, Lucro Presumido, ISS e pró-labore.

  • Receita Saúde

    Recibo eletrônico, Livro Caixa, Carnê-Leão, despesas dedutíveis e risco de malha revisados antes da decisão.

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Equiparação hospitalar: quando se aplica

Empresas da saúde no Lucro Presumido podem aplicar presunção reduzida quando prestam serviços hospitalares ou de auxílio diagnóstico e terapia: IRPJ de 32% para 8% e CSLL de 32% para 12%, com base no art. 15, §1º, III, "a" da Lei 9.249/1995. Base legal: Lei 9.249/1995; IN RFB 1.234/2012; RDC Anvisa 50/2002; Súmula CARF 142.

  • Requisitos cumulativos

    Sociedade empresária (não sociedade simples, embora o CARF já tenha decidido que não exige registro formal na Junta Comercial), regime de Lucro Presumido (não se aplica ao Simples Nacional), atividades vinculadas às atribuições 1 a 4 da Resolução RDC 50/2002 da Anvisa e comprovação por alvará da vigilância sanitária.

  • Solução de Consulta SRRF03 nº 3008

    Baseada no art. 30 c/c art. 38, II da IN RFB 1.234/2012, reforçou esses critérios.

  • Não é direito automático

    Consulta médica isolada NÃO se equipara a serviço hospitalar (Súmula CARF 142). É tese que depende de qualificação técnica, documentação e coerência entre contrato, nota fiscal e prontuário, sujeita a questionamento em fiscalização — não é blindagem nem garantia de resultado.

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Como a DCON analisa equiparação hospitalar

  • Base documental

    Contrato social, CNAE, licenças, notas, contratos, apurações, ECD/ECF, DRE e histórico dos últimos 5 anos.

  • Receita segregada

    Separação entre consultas simples, procedimentos qualificados, receitas administrativas e atividades acessórias.

  • Cálculo de impacto

    Comparação da presunção atual com IRPJ 8% e CSLL 12% apenas sobre a base elegível.

  • Conclusão técnica

    Aplicar, não aplicar, aplicar parcialmente ou corrigir estrutura antes de qualquer medida fiscal.

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Riscos comuns

  • Pejotização mal feita

    Risco trabalhista alto quando o vínculo não está estruturado.

  • Aplicar tese sem lastro

    Equiparação sem atividade, licença, estrutura e segregação pode gerar glosa, diferença de IRPJ/CSLL, multa e juros.

  • ISS mal apurado

    Município, código de serviço, retenção e local da prestação errados custam caro.

  • Regime inadequado

    Simples sem Fator R, Presumido mal aplicado ou PF com Livro Caixa fraco podem elevar carga tributária.

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Como a DCON atua

  • Diagnóstico tributário do médico

    Revisão de regime, sociedade, receita de plano de saúde, Livro Caixa, Fator R e equiparação.

  • Rotina técnica

    DP, fiscal e contábil integrados, com documentação auditável para decisões tributárias.

  • Revisão periódica

    Acompanhamento anual ou por mudança de receita, sócios, regime, folha e estrutura operacional.

Método DCON
Método DCON

Como conduzimos cada cliente.

Quatro etapas auditáveis que transformam contabilidade em decisão.

  1. Etapa 01

    Diagnóstico técnico

    Cruzamento de documentos fiscais, contábeis, societários e trabalhistas para identificar riscos, créditos e exposições — entrega em até 7 dias úteis.

  2. Etapa 02

    Planejamento fundamentado

    Plano de ação tributário, patrimonial e operacional com simulações, tese auditável, base legal e cronograma de implantação.

  3. Etapa 03

    Execução documentada

    Implantação com parecer técnico, retificações, parametrização de sistemas, protocolos administrativos e treinamento da equipe.

  4. Etapa 04

    Governança contínua

    Acompanhamento mensal com indicadores, revisão de teses, auditoria interna e responsabilidade técnica permanente sob CRC ativo.

Perguntas frequentes

FAQ técnica.

Quando fazer análise de equiparação hospitalar?+

Quando a clínica está no Lucro Presumido, tem receitas potencialmente qualificadas e consegue comprovar atividade, licença, estrutura, documentação e segregação de receitas. A DCON analisa viabilidade; não aplica tese automática.

Equiparação hospitalar vale para consulta médica simples?+

Não como regra. Consultas simples normalmente ficam fora. A análise separa receitas qualificadas e não qualificadas para evitar glosa fiscal.

PJ médica é sempre melhor que pessoa física?+

Não. É preciso comparar Livro Caixa, Carnê-Leão, IRPF, CNPJ, Fator R, anexos do Simples, Lucro Presumido, ISS, pró-labore e risco trabalhista.

A DCON recupera valores dos últimos 5 anos?+

Quando a documentação sustenta pagamento indevido, pode haver revisão e recuperação. O trabalho exige base legal, memória de cálculo, retificações cabíveis e rastreabilidade.

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